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Pesquisa revela que 85% dos jogadores que fazem “rage quit” voltam se divertindo mais com o jogo e que jogadores brasileiros dão mais rage quit que em qualquer outro país

Dados chegam junto à "Viking Season" do Clash Royale, que traz dois novos heróis, Valkyrie e Berserker, para o jogo

O jogo Clash Royale, da Supercell, está dando a um jogador a chance de ser imortalizado como o primeiro emote de “rage” – e para descobrir o que realmente acontece quando uma partida sai do controle, o jogoencomendou uma pesquisa com 9 mil gamers em sete mercados. O concurso chega junto à “Viking Season”, um evento no jogo construído para abraçar todas as emoções que fazem parte da experiência de jogar e que traz dois novos heróis e uma nova evolução.

O rage quit é um intervalo

Dar rage quit pode parecer como uma saída do jogo, mas os dados nos dizem que ele funciona mais como um intervalo que aumenta a diversão.

  • 85,1% dos rage quitters dizem que aproveitaram mais o jogo quando eles voltam;
  • México é o país que mais aproveita isso: 90,5% gostam mais do jogo na volta, contra 74,4% da Alemanha – os dois extremos dos mercados respondentes.

Por amor ao jogo

Ninguém dá rage quit em um jogo com o qual não se importa. O que muda de mercado a mercado é o quanto isso é visível:

  • Globalmente, gamers atribuem o ato a querer jogar bem (31,3%), se importar com o jogo (22,1%) e proteger uma sequência de vitórias (21,9%)
  • Jogadores brasileiros dão mais rage quit que em qualquer outro lugar pesquisado, com 77%. México é o país com menos ocorrências, com 59%.
  • Apenas 2% dos jogadores franceses dizem que se sentem frequentemente irritados quando jogam, o que os torna os gamers mais serenos na pesquisa.
  • Só 19% dos jogadores alemães sentem-se competitivos quando jogam, a menor taxa entre os países pesquisados.

Americanos filmam, britânicos levam ao pub

Quase quatro em dez jogadores que deram rage quit já o fizeram em lugar público, mas o clima é diferente:

  • Os Estados Unidos são o único mercado que quer audiência: 55,6% dos rage quitters estadunidenses publicariam com prazer o vídeo
  • 31,5% dos rage quitters do Reino Unido o fizeram em um pub, a maior taxa entre os países pesquisados.
  • Britânicos preferem contar para alguém do que mostrar o rage quit, estando na liderança em “desabafar com um amigo” (20,8%) e “gritar no travesseiro” (17,2%).

Para a Geração Z, o Rage Quitting é um esporte para espectadores

Para a Geração Z, o rage quit não é apenas algo que eles fazem, mas que também assistem outras pessoas fazendo intencionalmente.

  • IShowSpeed é o rei do rage quit na Geração Z: 32,3% o nomeiam como o maior praticante de rage quit, mais de 2,5 vezes em relação ao segundo nome da lista, AngryGinge, com 12,8%.
  • 40,7% da Geração Z diz que os criadores os influenciam a dar rage quit.
  • A Geração Z leva esse formato para fora de casa: 46% experienciaram momentos de raiva no jogo em público, incluindo 43% na escola ou universidade, 30% no ônibus e 24% em filas.

Para Fredrik Herneoja, Gerente de Marketing da Marca do Clash Royale, “nossos jogadores têm feito esses barulhos desde 2016, nós só nunca tivemos uma maneira de colocá-los no jogo. É isso o que um jogo competitivo faz e vale mais a pena celebrar do que pedir desculpas. Então nos envie o seu momento mais barulhento, e a comunidade decidirá qual se tornará o primeiro Rage Emote da história”, afirma.

Os principais gatilhos que levam os jogadores brasileiros a dar rage quit são:

  • Uma conexão Wi-Fi ruim ou lag durante o jogo (39%)
  • Perder uma partida de alto risco (28%)
  • Quando o jogo parece difícil demais ou injusto (27%)
  • Cometer um erro durante a partida (25%)

Quando o assunto é onde os jogadores perdem a cabeça, o rage quit não acontece apenas quando ninguém está vendo. 34% dos jogadores brasileiros que já deram rage quit afirmam ter passado por isso em público, sendo 39% no ônibus, 37% na escola ou universidade e 31% enquanto estavam na fila. Para eles, é melhor perder a cabeça do que o jogo.

É melhor jogar com ou sem emoção?

  • 32% dos brasileiros dizem que ficam em silêncio depois de dar rage quit.
  • 29% precisam sair do ambiente para evitar ficar ainda mais frustrados.
  • 21% desinstalam o jogo.
  • 18% saem de casa ou vão caminhar.
  • 17% compartilham a frustração no chat do jogo.

Como se tornar o primeiro emote de rage na história de Clash Royale

  1. Baixe o Clash Royale.
  2. Resgate seu vídeo de rage mais engraçado – novo ou velho – e envie para rage.supercell.com. Os clipes devem ter, no máximo, 10 segundos. As inscrições começam em 17 de agosto, às 4h da manhã (horário de Brasília) e se encerram no dia 25 de agosto às 11h59.
  3. Os 10 melhores vídeos disputarão lado a lado em uma votação da comunidade que abre em 25 de agosto às 12h e encerra no dia 28, às 11h59.
  4. O áudio vencedor será anunciado no dia 28, às 12h, e transformado no primeiro emote de rage da história do Clash Royale, desbloqueável no jogo por meio de um evento de metas no jogo.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pela OnePoll em agosto, sob encomenda da Supercell, com 9 mil jogadores em sete mercados: Reino Unido (mil jogadores), EUA (2 mil), França (mil), Alemanha (mil), Brasil (mil), Australia (mil) e México (2 mil). Os resultados incluem detalhamento por idade, gênero, cidade e região.

Alan Leocadio

Apaixonado por Games e tecnologia, está desde de Fevereiro de 2016 criando conteúdo em texto e em vídeo de forma simples e descomplicada.

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